{"id":7234,"date":"2014-02-06T09:25:04","date_gmt":"2014-02-06T12:25:04","guid":{"rendered":"http:\/\/categero.org.br\/?p=7234"},"modified":"2014-10-30T20:16:10","modified_gmt":"2014-10-30T23:16:10","slug":"historia-de-tarsila-nascida-e-nascida-2010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/?p=7234","title":{"rendered":"RJ\/Flamengo &#8211;  Hist\u00f3ria de Tarsila, nascida e nascida"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/categero.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Sem-T\u00edtulo-11.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-7724\" alt=\"Sem T\u00edtulo-1\" src=\"http:\/\/categero.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Sem-T\u00edtulo-11-300x149.jpg\" width=\"300\" height=\"149\" srcset=\"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Sem-T\u00edtulo-11-300x149.jpg 300w, https:\/\/categero.org.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/Sem-T\u00edtulo-11.jpg 397w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><strong>HIST\u00d3RIA DE TARSILA, NASCIDA E NASCIDA<\/strong><br \/>\nConto finalizado (pen\u00faltimo par\u00e1grafo) citando Santo Ant\u00f4nio de \u00a0Categer\u00f3<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O texto do conto foi obtido no endere\u00e7o:\u00a0\u00a0<a href=\"http:\/\/contosdosalunos.blogspot.com\/2010_03_07_archive.html\">http:\/\/contosdosalunos.blogspot.com\/2010_03_07_archive.html<\/a><\/p>\n<p>S\u00e3o \u00a0textos escritos pelos alunos da Oficina de Contos\u00a0da Prof\u00aa Nilza Rezende &#8211; Esta\u00e7\u00e3o das Letras &#8211; tel.:(21)3237-3947, postados em seu blog, no endere\u00e7o abaixo em 13 de mar\u00e7o de 2.010.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">(O conto apresentado tem\u00a0em seu ante pen\u00faltimo par\u00e1grafo uma cita\u00e7\u00e3o a Categer\u00f3)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Com os agradecimentos a Osman Lins, pelo t\u00edtulo inspirado em seu Avalovara, As cidades de Capivari e Rafard, outrora, pertencentes a um mesmo munic\u00edpio, disputam hoje o privil\u00e9gio de terem sido o ber\u00e7o natal de Tarsila do Amaral. Lembrando essa provinciana e improdutiva querela, foi escrita esta hist\u00f3ria..<\/em><\/p>\n<p align=\"center\"><strong>HIST\u00d3RIA DE TARSILA, NASCIDA E NASCIDA \u00a0\u00a0<\/strong>(Literatura)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Meu grito forte ecoou pela noite. At\u00e9 Nh\u00e1 Vit\u00f3ria escutou. Isso l\u00e1 na casinha dela, bem mais pra baixo. J\u00e1 no final da Rua da Barra. Quase na beira do rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Joana, que dorme ao meu lado, acordou espantada. Que \u00e9 que eu podia fazer? Tarsila apareceu pra me puxar a perna. Eu sabia que isso ia acontecer. Mas n\u00e3o pude deixar de me assustar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela tinha prometido isso, naquele tempo em que brinc\u00e1vamos de princesas no Jardim de Capivari. Em torno do coreto constru\u00eddo por Seu Trindade, apanh\u00e1vamos folhas pra fazer coroas e enfeitar nossas cabe\u00e7as. Mas isso faz muitos anos. Era nos tempos do Padre Marques. Ou do C\u00f4nego Fragoso, j\u00e1 nem me lembro bem. Acho que foi pouco depois da Semana Santa, quando a gente estava impressionada com a Prociss\u00e3o do Senhor Morto. A\u00ed come\u00e7amos a brincar de enterro. E de vel\u00f3rio. E a falar de morte. Quando \u00e9 que eu ia morrer, quando \u00e9 que ela ia morrer. Como \u00e9 que ia ser. Se a outra ia chorar ou n\u00e3o ia. Fizemos um trato. Quem fosse primeiro, voltava pra puxar a perna da outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na noite passada, Tarsila cumpriu a promessa. Foi ontem mesmo que Joana me disse que Tarsila tinha morrido. Dona Cininha \u00e9 que ouviu na televis\u00e3o. E contou pra Ant\u00f4nia. Que contou pra Joana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas Tarsila estava longe. Acho que foi em S\u00e3o Paulo. Sei l\u00e1, ela vivia sempre longe. Europa. S\u00e3o Paulo. Bahia. Sei l\u00e1. At\u00e9 no Rio de Janeiro dizem que ela morou. Dinheiro ela sempre teve. E coragem mais ainda. Mas pra Capivari ela n\u00e3o vinha. H\u00e1 mais de dez anos. Ou de vinte. Ou de cinquenta, j\u00e1 parei de fazer contas h\u00e1 muito tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu torcia pra que ela n\u00e3o viesse nunca visitar sua terra. Bastava que eu ouvisse o que diziam dela na sa\u00edda da missa. Ela n\u00e3o precisa ouvir. Mulher sem vergonha. Tinha separado do marido. Mas j\u00e1 estava com outro. E ainda tinha um amante na Fran\u00e7a. As hist\u00f3rias cresciam. Eu calada no meu canto. Parecia que s\u00f3 eu gostava dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m de mim, Isabel, falavam muito, quando eu era jovem. S\u00f3 porque eu era largada de Anselmo. E era mo\u00e7a. E era sacudida. Beleza sei que nunca tive. Mas ningu\u00e9m dan\u00e7ava o batuque bonito como eu. Nem Isolina, cinco anos mais nova. E, quando chegava o Carnaval, o pessoal da Marinha sempre me chamava para ser a Rainha do cord\u00e3o de negros. E foi num cord\u00e3o desses que Lib\u00e2nio chegou perto de mim. Lib\u00e2nio, que era o rei naquele ano. Lib\u00e2nio, aquele\u00a0<em>patricinho<\/em>\u00a0alto que eu j\u00e1 conhecia dos rodeios na Fazenda Pau-a-Pique. Lib\u00e2nio, que era sempre o primeiro a passar sobre as brasas da fogueira, na noite de S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aos poucos, Lib\u00e2nio foi apertando o cerco. Que \u00e9 que eu podia fazer, precisava de algu\u00e9m pra me ajudar a criar os filhos. Joana e Gen\u00e9sio ainda pequenos. E o desgramado de Anselmo sem pagar nem um quilo de fub\u00e1 pra alimentar tr\u00eas bocas. Quando me dei conta, j\u00e1 estava amigada com Lib\u00e2nio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sei que a cidade falou mal de mim, mas n\u00e3o dei trela. Tocava a minha vida, cuidava dos meninos, cozinhava, limpava a casa, lavava a roupa das minhas freguesas. Dona Cilica, Dona Alice Bernardino, Dona Sinh\u00e1, Dona Faustina. Lavar e passar, isso eu sabia fazer bem. Aprendi com minha m\u00e3e, a melhor engomadeira da cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda pequena, ajudava a pegar as trouxas de roupa para lavar, depois levava tudo de volta. O cheiro bom da roupa limpa. Que eu ia entregar na casa de Dona Belis\u00e1ria, a mulher mais linda de Capivari, casada com Seu J\u00falio Ribeiro, aquele professor que tinha uma escola na descida para a ponte do Carmo. Ou na casa de Dona Lucila Aguiar, onde eu gostava de ficar ouvindo o som do piano que vinha da sala. Depois, um present\u00e3o: Eufr\u00e1sia, a cozinheira, me deixava entrar no quintal pra apanhar jabuticabas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Minha m\u00e3e tamb\u00e9m lavava pra Dona L\u00eddia, m\u00e3e de Tarsila. Eu gostava de ver os guardanapos de linho, as toalhas de banquete, os lindos vestidos de baile. Muitas vezes, entrava com ela na grande casa da Bar\u00e3o do Rio Branco. No final do corredor, Dona Marciana, a velha empregada, j\u00e1 meio curvada pelo reumatismo, nos entregava a trouxa. De l\u00e1 eu sa\u00eda contente. Ganhava sempre uma cocada, um sequilho, um tijolinho de doce de ab\u00f3bora. E ficava ainda mais contente quando encontrava Tarsila. Ela me mostrava seus cavalos de pau, suas bonecas de lou\u00e7a, sua casinha de madeira cheia de pequenos m\u00f3veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Tarsila nasceu nesta casa&#8221;, disse-me um dia minha m\u00e3e. Mas isso foi muitos anos depois, quando Tarsila j\u00e1 tinha deixado Capivari. Est\u00e1vamos voltando da festa de Santa Cruz, numa noite fria de maio. O casar\u00e3o estava fechado. Como ficou por muitos anos, depois que o Doutor Juca e a fam\u00edlia foram embora. &#8220;Tarsila nasceu aqui&#8221;, ela repetiu. &#8220;Lembro-me bem quando bati na porta, e Marciana me atendeu pedindo que eu entrasse sem fazer barulho. A crian\u00e7a tinha nascido naquela manh\u00e3&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dias depois, repeti essa hist\u00f3ria pra minha tia Quit\u00e9ria. Ela disse que minha m\u00e3e devia estar maluca. Tarsila tinha nascido na Fazenda S\u00e3o Bernardo, pra l\u00e1 da Vila Raffard. Disso ela tinha certeza, porque nesse tempo ela trabalhava cortando cana na fazenda. Era uma tarde bonita, quando, ao voltar do canavial para a vila dos colonos, mandaram avisar que Doutor Juca tinha mandado servir capil\u00e9, pinga, canjica e bolo de fub\u00e1 pra todo mundo, pra festejar o nascimento da filha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o sei se algum dia tirei a limpo essa hist\u00f3ria. Pra mim, uma mulher como Tarsila podia muito bem ter nascido duas vezes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bem, pelo menos eu penso assim. Deve ser por isso que me chamam de Nh\u00e1 Zab\u00e9, a maluca. Mas de maluca n\u00e3o tenho nada. N\u00e3o sou como Dioguina. A pobre fala sozinha, n\u00e3o reconhece ningu\u00e9m, reclama da vida o tempo todo, tem ataques no meio da rua. Mora num casebre, l\u00e1 pras bandas da Raia, atr\u00e1s da Igreja de S\u00e3o Benedito. N\u00e3o fosse por Dona Ol\u00edmpia, que sempre deixa l\u00e1 um pratinho de comida, a coitada morria de fome.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eu sou diferente. O pessoal estranha \u00e9 porque eu vejo mais que os outros. Vejo, muitas vezes, gente que j\u00e1 morreu. Ainda na semana passada vi, andando de bra\u00e7o dado pelo Jardim, Dona Sinh\u00e1 e Dona Clara, sua m\u00e3e. Depois Joana me disse que as duas j\u00e1 morreram h\u00e1 muito tempo. Mas eu vi bem as duas, saindo da casa de Doutor M\u00e1rio,\u00a0<em>de-apar<\/em>\u00a0com o cinema, e caminhando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 casa de Nhonh\u00f4 Ferraz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quase toda semana, vou \u00e0 marcenaria do Soraggi, na frente da Igreja. Pe\u00e7o ao Zezinho, que conhe\u00e7o desde crian\u00e7a, umas aparas de madeira pra o fog\u00e3o de lenha. Quando saio, muitas vezes escuto, vindo da outra esquina, o piano de Dona Lucila. Outro dia cheguei mais perto para ouvir melhor, mas quando passei em frente da casa, percebi que ela j\u00e1 havia terminado a valsa e fechava o piano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois, Nh\u00e1 Vit\u00f3ria andou dizendo que essa hist\u00f3ria era mentira, que a casa estava fechada e que Dona Lucila j\u00e1 n\u00e3o vivia h\u00e1 quarenta anos. Viva ou n\u00e3o, ela estava l\u00e1, tocando bonito como sempre tocou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o tenho culpa se os outros n\u00e3o v\u00eaem o que est\u00e1 bem \u00e0 vista de todos. Mas, por causa disso, as pessoas me olham de banda. Muitas vezes percebo que me evitam. E a\u00ed, como n\u00e3o tenho com quem conversar, fico resmungando sozinha. O que \u00e9 mais um motivo pra ser chamada de doida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tem aquela hist\u00f3ria: cria fama, deita na cama. Agora n\u00e3o tem mais jeito. Serei, para o resto da vida, Nh\u00e1 Zab\u00e9, a maluca. E a\u00ed os moleques da rua ficam gritando meu nome, e me\u00a0<em>pinchando<\/em>\u00a0pedras. Tentando evitar esses ataques, fico atravessando a rua, de uma cal\u00e7ada pra outra. O que aumenta, ainda mais, minha fama. \u00c9 um\u00a0<em>perereco<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o posso me queixar da vida que Deus me deu. Criei meus cinco filhos. Dois de Anselmo, tr\u00eas de Lib\u00e2nio. Est\u00e3o todos por a\u00ed, bons crist\u00e3os, tementes a Deus. Cada um na sua profiss\u00e3o. Carpindo rua, cortando cana, lavando roupa, enfeitando o altar da Igreja Matriz, tocando na banda do Seu Tide. Ajudando a cidade a crescer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta noite durmo feliz. Na noite passada Tarsila veio me ver. Cumpriu a promessa. Tanta gente importante que ela conheceu, e foi justamente a pobre Nh\u00e1 Zab\u00e9, em sua casinha na Rua da Barra, que Tarsila do Amaral, a grande pintora, se lembrou de visitar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Est\u00e1 de noite outra vez. Joana ainda n\u00e3o voltou do trabalho, por isso comi sozinha meu viradinho de feij\u00e3o. J\u00e1 rezei pra Santo Elesb\u00e3o e pra Santo Ant\u00f4nio de Categer\u00f3. Agora beijo a fita da Confraria do Ros\u00e1rio, como fa\u00e7o sempre antes de dormir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acabo de me lembrar de uma coisa. Isso foi h\u00e1 tanto tempo atr\u00e1s, mas ainda est\u00e1 muito claro na minha cabe\u00e7a. Eu tinha nove anos, Tarsila sete. Naquela conversa que tivemos no Jardim, combinamos mais uma coisa: se uma viesse visitar a outra, depois de morta, a visita teria que ser paga. E sem demora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta \u00e9 uma boa noite para eu procurar Tarsila. E, quem sabe, ficar de vez por l\u00e1. Acho que ela me empresta suas bonecas de lou\u00e7a para brincar. Tarsila, com certeza, continua bondosa. Como sempre foi.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Jo\u00e3o (Augusto- em verifica\u00e7\u00e3o) Bastos de Mattos \u00a0&#8211; \u00a013 de mar\u00e7o de 2010<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/categero.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/oficina-de-contos-nilza-rezende.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-7725\" alt=\"oficina-de-contos-nilza-rezende\" src=\"http:\/\/categero.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/oficina-de-contos-nilza-rezende-300x278.jpg\" width=\"300\" height=\"278\" srcset=\"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/oficina-de-contos-nilza-rezende-300x278.jpg 300w, https:\/\/categero.org.br\/antigo\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/oficina-de-contos-nilza-rezende.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>HIST\u00d3RIA DE TARSILA, NASCIDA E NASCIDA Conto finalizado (pen\u00faltimo par\u00e1grafo) citando Santo Ant\u00f4nio de \u00a0Categer\u00f3 &nbsp; O texto do conto foi obtido no endere\u00e7o:\u00a0\u00a0http:\/\/contosdosalunos.blogspot.com\/2010_03_07_archive.html S\u00e3o \u00a0textos escritos pelos alunos da Oficina de Contos\u00a0da Prof\u00aa Nilza Rezende &#8211; Esta\u00e7\u00e3o das Letras &#8211; tel.:(21)3237-3947, postados em seu blog, no endere\u00e7o abaixo em 13 de mar\u00e7o de 2.010. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7724,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[630],"tags":[],"class_list":["post-7234","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manifestacoes-culturais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7234","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7234"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7234\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9417,"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7234\/revisions\/9417"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/7724"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7234"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7234"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/categero.org.br\/antigo\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7234"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}